Área de Ciências Sociais: Luís Antonio Paulino (FFC/Marilia), Marcos Cordeiro Pires (FFC/Marilia), Giovanni Alves (FFC/Marilia), Milton Lahuerta (FCLAR/Araraquara) e Bernardo Mançano Fernandes (FCT/Presidente Prudente).
Área do Direito (FHDSS/Franca): Fernando Andrade Fernandes, Eliana dos Santos Alves Nogueira, Marisa Helena D’Arbo Alves de Freitas, Marcos Simões Figueiras e José Carlos de Oliveira.
Portanto, esta delegação da UNESP foi designada para promover intercâmbio acadêmico com as Universidades de Macau, Universidade de Hubei e Universidade de Fudan, na República Popular da China.
De Guarulhos a Frankfurt
No sábado, dia 27 de outubro de 2007, encontrei-me com a delegação da UNESP no Aeroporto de Cumbica (em Guarulhos), vindo de Florianopólis, onde estivera, no dia anterior, dia 26 de outubro, sexta-feira, proferindo palestra de encerramento de um evento da Escola da Magistratura do TRT (Tribunal Regional do Trabalho). Tinha chegado em Florianopólis na quinta-feira, dia 25 de outubro, vindo de Caxambu (MG), onde tinha apresentado, na quarta-feira, dia 24, comunicação de pesquisa no Encontro Nacional da ANPOCS. Fora para Caxambu (MG), de Londrina, na terça-feira, dia 23 de outubro, pegando onibus da viação Cometa, no Terminal Tiete em São Paulo. Portanto, antes de embarcar para o exterior, estive viajando pelo País (Caxambu, Florianopolis e São Paulo).
Outubro de 2007 foi mais um mês de viagens - estivera semana passada em Gramado (RS) e Brasilia, dando palestras na Escola da Magistratura do TRT e num evento do curso de Serviço Social da UNb. Agora, após Florianopólis e Caxambu, estava indo para o exterior (China e Portugal). Um detalhe: planejava ainda ficar um final de semana em Londres (Inglaterra)...
28 de outubro de 2007
De Frankfurt a Hong-kong
A comitiva de professores da UNESP embarcou às 20:20 horas do sábado no vôo 0503 - classe econômica - da LUFTHANSA para Frankfurt (Alemanha). Chegamos às 10:35 h do domingo (hora local). Ficamos no Aeroporto de Frankfurt até as 17:40 h do domingo, onde embarcamos, no terminal 1, no voo 0738 da LUTHANSA para Hong-kong. A previsão de chegada era 11:25 h da segunda-feira, dia 29 de outubro de 2007
tomando um big chopp no almoço.
Nessa viagem pelo exterior, eu passei, pelo menos, quatro vezes pelo Aeroporto de Frankfurt (indo de São Paulo para Hong-kong; vindo de Shangai para Porto e de Porto para Londres, e finalmente, de Londres para São Paulo). Nessas passagens, além de enfrentar filas para a checagem de passaporte, enfrentei o forte esquema de segurança nos embarques dos vôos. Por exemplo, vindo de Shangai para Porto, tive que tirar meus sapatos para a vistoria da segurança; e de Porto para Londres, passei por duas vistorias no embarque do avião da BRITISH AIRLWAYS. Enfim, o medo (e a paranóia) do terrorismo tornou as viagens internacionais - pelo menos nos Estados Unidos e União Européia - um fator de estresse. Um detalhe: não me lembro de ter passado por uma forte vistoria de segurança ao desembarcamos na China.
No voo da LUFTHANSA para Hong-kong, nas apertadissimas poltronas da classe econômica, tive a minha primeira visão do Oriente: cordilheiras de montanhas geladas da Ásia Central. Na madrugada, ao abrir a janela ao lado da poltrona, aquela visão impressionante parecia quase uma paisagem lunar. Talvez fossem as cordinheiras do Himalaia ou áreas montanhosas proximas do deserto de Gobi na Asia Central. Fiquei fascinado pela exótica visão de uma paisagem tão majestosa, quanto inóspita. Dentro de algumas horas, estaria desembarcando na China.
De 29 deoutubro a 31 de outubro de 2007
Macau
O intercâmbio acadêmico com a UMAC contribuiu para que os professores de ambas as delegações pudessem trocar impressões e experiências, além de estabelecerem contatos para atividades futuras, fosse nas áreas de direito, já que persiste uma proximidade entre os sistemas jurídicos brasileiro e português (a base do ordenamento jurídico macauense), fosse nas áreas de ciências sociais, como a presença chinesa e brasileira no comércio mundial, o mercado de trabalho, as instituições políticas e o situação agrária. Devo destacar a cordialidade e o carinho com que os dirigentes, professores e funcionários da Universidade de Macau nos acolheram. Macau possui como uma das principais fontes de receita a indústria dos cassinos.

Mesa de conferencia do I Seminário de Direito e Ciências Sociais
na Universidade de Macau (UMAC)
Repercussão da comitiva da UNESP na Imprensa de Macau




